Eu cansei se correr atras, porque toda vez que eu corro saio decepcionada.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Quero vestir sua camisa, e fazê-la de pijama, quero bagunçar seu cabelo e beijar sua testa, quero morder suas costas e beijar sua nuca, quero bagunçar seu guarda-roupa, quero desorganizar suas coisas, e deixar teu quarto uma bagunça, quero passar a noite vendo filmes de terror ao teu lado, quero ouvir você me chamar de minha, quero você bagunçando meu cabelo, dizendo baixinho no meu ouvido o quanto me ama, quero você em noites frias em baixo do meu cobertor, quero você me puxando pela cintura e me arrancando suspiros, quero você com seus defeitos, pele e apelos, quero seus beijos seus carinhos, quero dormir, sonhar e acordar contigo.
Eu quero você.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
“Chegue bem perto de mim. Me olhe, me toque, me diga qualquer coisa. Ou não diga nada, mas chegue mais perto. Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada. Daqui há pouco você vai crescer e achar tudo isso ridículo. Antes que tudo se perca, enquanto ainda posso dizer sim, por favor, chegue mais perto“
- Caio Fernando Abreu
“Em menos de dez minutos você se lembra de tudo. Você se lembra o motivo ou os motivos que fizeram tudo se perder. E você se lembra que não é culpado e que, talvez, os outros também não sejam. Assim é a vida. Você se lembra que o grande amor da sua vida. O maio. Aquele que você nunca superou. é o tipo de pessoa que faz questão de ficar a noite inteira longe de você só porque acha charmoso ficar longe de você e não porque queira ficar longe de você. Ele prefere ser descolado do que humano. E você lembra daquela sensação que sentia ao lado dele. De solidão profunda. E você descobre que ele acha que saudade ou vontade de fazer carinho se resume a uma passada de mão na sua bunda, ou uma apertada no seu peito. E você percebe que a vida dele, que você tanto colocou no pedestal, pode se um pouco boba, ou até mesmo triste. (…) Afinal, eu bem que tentei consertar meu relacionamento com as pessoas e só ganhei mais e mais poses e menos e menos verdades. Ainda que doa deixar pessoas morrerem, se agarrar a elas é viver mal assombrado.”
Vocês me chamam de burra, dizem que eu não sei “aproveitar a vida”, mas enquanto vocês estão com 1 por noite, apenas fazendo o que pra vocês écurtir, eu estou a espera de um homem de verdade que me ame a vida toda e queira o meu bem. Não precisa ser perfeito, basta eu porder chamá-lo de meu, sempre. E aí vadias, quem é a burra agora?
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Sabe, você pode viver aqui nesse peito se quiser. É apertado, escorregadio. Mas eu prometo te abrigar. Às vezes ele vai acelerar, e você vai se sentir em um terremoto, mas isso só vai acontecer quando você se lembrar de mim. E prometo que você não vai passar frio, porque esse corpo com a tua presença fica quente demais. Pode morar nesse peito confuso, mas que tem uma história maravilhosa pra te contar. Não precisa trazer mala não, prometo que vai ter tudo que você precisar! Mas vem, vem logo. Porque eu não quero ter que fechar as portas desse peito, porque se eu fechar, talvez você nunca mais possa entrar.
“Ele pode estar olhando tuas fotos neste exato momento. Por que não? Passou-se muito tempo, detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça as mesmas coisas que você faz escondida, sem deixar rastro nem pistas. Talvez, ele passa a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram teus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E, ainda assim, preferir o silêncio. Ele pode reler teus bilhetes, procurar o teu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as tuas músicas, procurar a tua voz em outras vozes. Quem nos faz falta, acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape. Talvez, ele perceba que você faz falta e diferença, de alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris. Talvez, ele volte. Ou não.”
Caio Fernando de Abreu
não quero alguém que me ame absurdamente, mas o suficiente.
não quero alguém que diga-me “eu te amo”, mas que me transmita valores.
não quero alguém que me ligue todos os dias, mas alguém que esteja em sintonia comigo.
não quero alguém que me dê presentes, mas alguém que lembre-se de mim.
não quero alguém que sinta ciúmes, mas que se importe comigo.
não quero alguém que faça declarações de amor, mas que saiba se expressar.
não quero alguém que me guie, mas alguém que caminhe junto comigo.
não quero alguém com grandes coisas, mas alguém com significados.
não quero alguém que me escute, mas alguém que saiba me decifrar.
não quero alguém que me elogie, mas alguém que me admire.
não quero alguém que me aconselhe, mas alguém que me encoraje.
não quero um confidente, mas um cúmplice.
não quero nem muito, nem pouco, mas o bastante.
não quero alguém que diga-me “eu te amo”, mas que me transmita valores.
não quero alguém que me ligue todos os dias, mas alguém que esteja em sintonia comigo.
não quero alguém que me dê presentes, mas alguém que lembre-se de mim.
não quero alguém que sinta ciúmes, mas que se importe comigo.
não quero alguém que faça declarações de amor, mas que saiba se expressar.
não quero alguém que me guie, mas alguém que caminhe junto comigo.
não quero alguém com grandes coisas, mas alguém com significados.
não quero alguém que me escute, mas alguém que saiba me decifrar.
não quero alguém que me elogie, mas alguém que me admire.
não quero alguém que me aconselhe, mas alguém que me encoraje.
não quero um confidente, mas um cúmplice.
não quero nem muito, nem pouco, mas o bastante.
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